Pampulha, que volta a ser disputado pelas companhias, amarga prejuízo
A receita arrecadada pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, triplicou com a transferência, a partir de 2005, dos vôos da Pampulha para Confins. Ano passado, a Infraero arrecadou cerca de R$ 61,6 milhões com mídia aeroportuária, movimentação de cargas, concessões, pagamentos de taxas operacionais, entre outras.
Em 2004, ano em que Confins ainda operava na ociosidade, a receita chegou a apenas R$ 18,3 milhões. Naquele ano, o aeroporto amargou prejuízo de R$ 7,5 milhões, pois as despesas somaram cerca de R$ 25,9 milhões.
O crescimento da movimentação financeira em Confins, no período de 2004 a 2007, ultrapassa 260%. Por outro lado, as despesas advindas do maior número de vôos e de usuários no terminal praticamente dobraram.
Agora, além de funcionar próximo da capacidade de 5 milhões de passageiros, o aeroporto internacional opera no azul. Neste primeiro semestre, o superávit ultrapassou a cifra de R$ 12,4 milhões, 15% a mais que o registrado no ano passado.
Diante do aumento da demanda, a Infraero anunciou que a partir de 2009 investirá cerca de R$ 140 milhões para ampliar para 10 milhões a capacidade de movimentação de passageiros.
Parte dos recursos também deve ser destinado à expansão do terminal de cargas, em razão do projeto Aeroporto Industrial. Algumas obras pontuais estão previstas para serem iniciadas ainda neste ano, como a ampliação da área de estacionamento e a troca da cerca em volta de toda área do sítio aeroportuário. Desde 2003, segundo a Infraero, o aporte de recursos em Confins soma R$ 35 milhões.
Na semana passada, o governador Aécio Neves lembrou que o governo estadual destina mais de R$ 350 milhões para a construção da Linha Verde, cujo objetivo principal é justamente melhorar o acesso ao aeroporto. Ele argumenta que a tentativa de retomar vôos nacionais no Aeroporto da Pampulha poderia comprometer o projeto do governo estadual de desenvolver o chamado "vetor Norte" de Belo Horizonte.
Pampulha. O Aeroporto da Pampulha vive o momento inverso ao de Confins. Se em 2004, quando operava acima da capacidade, o terminal era responsável por um superávit de R$ 10,5 milhões, hoje amarga um prejuízo de R$ 1,9 milhão. Ano passado, o aeroporto regional também operou no vermelho: - R$ 3,4 milhões. Segundo a Infraero, "como em toda rede Infraero, alguns aeroportos maiores em lucratividade sustentam outros menores".
Em 2004, ano em que Confins ainda operava na ociosidade, a receita chegou a apenas R$ 18,3 milhões. Naquele ano, o aeroporto amargou prejuízo de R$ 7,5 milhões, pois as despesas somaram cerca de R$ 25,9 milhões.
O crescimento da movimentação financeira em Confins, no período de 2004 a 2007, ultrapassa 260%. Por outro lado, as despesas advindas do maior número de vôos e de usuários no terminal praticamente dobraram.
Agora, além de funcionar próximo da capacidade de 5 milhões de passageiros, o aeroporto internacional opera no azul. Neste primeiro semestre, o superávit ultrapassou a cifra de R$ 12,4 milhões, 15% a mais que o registrado no ano passado.
Diante do aumento da demanda, a Infraero anunciou que a partir de 2009 investirá cerca de R$ 140 milhões para ampliar para 10 milhões a capacidade de movimentação de passageiros.
Parte dos recursos também deve ser destinado à expansão do terminal de cargas, em razão do projeto Aeroporto Industrial. Algumas obras pontuais estão previstas para serem iniciadas ainda neste ano, como a ampliação da área de estacionamento e a troca da cerca em volta de toda área do sítio aeroportuário. Desde 2003, segundo a Infraero, o aporte de recursos em Confins soma R$ 35 milhões.
Na semana passada, o governador Aécio Neves lembrou que o governo estadual destina mais de R$ 350 milhões para a construção da Linha Verde, cujo objetivo principal é justamente melhorar o acesso ao aeroporto. Ele argumenta que a tentativa de retomar vôos nacionais no Aeroporto da Pampulha poderia comprometer o projeto do governo estadual de desenvolver o chamado "vetor Norte" de Belo Horizonte.
Pampulha. O Aeroporto da Pampulha vive o momento inverso ao de Confins. Se em 2004, quando operava acima da capacidade, o terminal era responsável por um superávit de R$ 10,5 milhões, hoje amarga um prejuízo de R$ 1,9 milhão. Ano passado, o aeroporto regional também operou no vermelho: - R$ 3,4 milhões. Segundo a Infraero, "como em toda rede Infraero, alguns aeroportos maiores em lucratividade sustentam outros menores".
http://www.otempo.com.br/capa/economia/receita-de-confins-triplica-desde-transfer%C3%AAncia-dos-v%C3%B4os-1.258171
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