por Adriano Queiroz
O novo sistema espera reduzir o tempo de liberação de mercadorias internacionais em até 80% e diminuir a intervenção humana no processo em 90%.
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O economista e professor associado do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Alessandro Oliveira, observa que o Brasil sempre dependeu bastante da importação de peças e outros materiais, e o consumo de produtos importados também vem aumentando devido ao crescimento dessas grandes empresas orientais.
"A questão é saber se isso é fundamentalmente viável: duplicar o fluxo de cargas em um curto período de tempo. No entanto, em teoria, um centro de carga é diferente de um centro de passageiros, pois não exige necessariamente consumo local, já que a carga será distribuída para outras regiões," concluiu Oliveira. (Fonte: Agências)
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